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V SC&T Minicursos: Saiba mais sobre as apresentações do primeiro dia da semana

Os minicursos da V Semana de Ciência e Tecnologia, serão ministrados por docentes e discentes. Confira abaixo resumos, duração, e outros detalhes do que será apresentado na Segunda-feira (29).

(Turno matutino)

Minicurso I

Oficina de Construção de Robôs Educacionais usando a plataforma Arduino

Esta oficina visa realizar demonstrações práticas de criação de protótipos robóticos usando Arduino e Impressora 3D. A organização cronológica da oficina está dividida em três momentos: (I) Apresentação de projetos de robôs educacionais e das atividades relacionadas à produção dos protótipos; (II) Execução das atividades de montagem das partes mecânicas e eletrônicas; e (III) Execução das atividades de programação de protótipos.

Vagas: 20          Duração: 3h          Local: Laboratório 3 de Informática     Horário: 9h às 12h

Pré-requisitos para os participantes: Estar cursando ou ter cursado lógica de programação

Público alvo: Pessoas com interesse em robótica

Ministrante: Orivaldo Vieira de Santana Júnior

Professor da Escola de Ciências & Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EC&T-UFRN). Doutor e Mestre em Ciência da Computação pelo Centro de Informática da UFPE (CIN-UFPE). Bacharel em Ciência da Computação pela UFBA. Com experiência na área de Processamento Imagens. Atuação na área de Inteligência Artificial e Robótica, principalmente nos temas de Redes Neurais, Robótica e Software Livre.

Minicurso II

Evolução cronológica do uso de materiais poliméricos

O minicurso possui como objetivo de correlacionar o desenvolvimento da sociedade com o desenvolvimento dos materiais poliméricos em função do tempo, utilizando como ferramenta, uma visão da estrutura dos polímeros correlacionando com as propriedades e com o tipo de processamento utilizado, visando aplicações que gere conforto no dia a dia do ser humano em sociedade.

Vagas: 80          Duração: 2h~3h          Local: Sala 2    Horário: 9h às 12h

Pré-requisitos para os participantes: Nenhum

Público alvo: Alunos da ECT com interesse em consolidar seus interesses da formação e pesquisa pretendido na área das engenharias

Ministrante: Edson Noriyuki Ito

Professor Associado I da área de polímeros do DEMat-UFRN e PPGCEM-UFRN.

Minicurso III

Latex para Iniciantes

Produzir documentos textuais com alta qualidade gráfica. Essa é uma das muitas façanhas do Latex. Sabe aquela edição da linguagem matemática, tão necessária na produção de informação científico-tecnológica? O programa criado pelo matemático Leslie Lamport, para diagramação de textos TeX (sistema de tipografia criado pelo cientista da computação Donald Knuth), também dá aquela mãozinha.

Percebeu que você não pode ficar de fora desse curso que explora linguagem tão importante em C&T? Vagas limitadas!

Vagas: 80          Duração: 3h          Local: Sala 3    Horário: 9h às 12h

Pre-requisitos para os participantes: Ter interesse em aprender Latex

Público alvo: Pesquisadores, pós-graduandos e graduandos

Ministrantes: Allan David Silva da Costa e Zulmara Virgínia de Carvalho

Allan David Silva da Costa é mestrando em Engenharia Elétrica, com ênfase em Energia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Especializando-se em Engenharia Elétrica com ênfase em Instalações elétricas industriais pelo Instituto Prominas (UCAMPROMINAS). Bacharel em Engenharia Elétrica (UFRN); graduação tecnológica em Automação Industrial; formação técnica em Eletromecânica, com habilitação em Eletrotécnica e operador de produção de petróleo, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Atualmente, é técnico de operações PL – Petróleo Brasileiro – Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em eletrotécnica, desenho industrial, eletrônica e programação, além de ministrar treinamentos técnicos na área de atuação.

Zulmara Virgínia de Carvalho é Professora Adjunta da Escola de Ciências e Tecnologia (ECT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação da UFRN; co-criadora e coordenadora da ComC&T, cuja missão institucional de Assessoria de Comunicação e Produtora de Conteúdo da ECT é alicerçada na pesquisa em inovação comunicacional, com suporte de ações de ensino e extensão; e co-fundadora e integrante da Incubadora de Processos Acadêmicos, Científicos e Tecnológicos Aplicados (inPACTA) da ECT. Possui o bacharelado (1996 – UFRN), o mestrado (1999) e o doutorado (2006), pela Universidade de São Paulo, em Física, e especialização em Jornalismo Científico, pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Integrou o Núcleo de Aplicação de Tecnologias Avançadas (NATA), entre 2011 e 2013, que configurou-se como a primeira incubadora da UFRN e originou o atual ecossistema de incubadoras da instituição. Atuou como pesquisadora-tecnologista do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, entre 2007 e 2010, colaborando com a implantação da padronização primária da grandeza resistência elétrica, por meio do efeito Hall quântico. Em 2006, exerceu atividades de repórter-pesquisador no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LabJor) da Unicamp. Tem experiência em Inovação e Empreendedorismo; Metrologia e Qualidade; Divulgação Científica e Física da Matéria Condensada, com ênfase em medições realizadas em condições de baixas temperaturas e altos campos magnéticos. Atualmente, desenvolve pesquisa na área de negócios tecnológicos, centrando interesse na investigação sobre a cultura e ecossistemas de inovação, de forma plural e multi dimensional e disciplinar, evidenciando as temáticas: tríplice hélice; criatividade, comunicação e conectividade.

Minicurso IV

Processos de união em materiais (parte 1).

Durante os últimos anos, o uso de junções entre materiais dissimilares tem aumentado consideravelmente. As estruturas convencionais confeccionadas em aço têm sido substituídas por materiais mais leves, capazes de proporcionar alta resistência mecânica, menor volume de materiais e boa resistência à corrosão. No caso de automóveis e aviões, uma fração de material substituída por outro mais leve, proporciona menor consumo de combustível, mais economia, menor geração de rejeitos durante a produção, mais segurança, mais autonomia e menor emissão de poluentes durante o transporte. No minicurso serão abordados os principais processos união, seus materiais e técnicas, de modo que o aluno possa ter uma boa ideia da importância deles no contexto industrial.

Vagas: 20          Duração: 3h          Local: Sala 7    Horário: 9h às 12h

Pre-requisitos para os participantes: Nenhum

Público alvo: Alunos do BC&T, de engenharias e áreas afins

Ministrante: Jorge Carlos LBS Pereira

Professor da ECT- UFRN, ministrando a disciplina de Ciências e Tecnologia de Materiais. Atua em linhas de pesquisa da união Metal- Cerâmico para ferramentas de corte, molhamento de cerâmicas por metais a alta temperatura e caracterização de biovidros.

(Turno Noturno)

Minicurso V

Arte, Tecnologia e Inovação em Sgt Pepper

Em 1º de junho de 2017, comemoram-se os 50 anos de lançamento do LP Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Marco da carreira dos Fab Four e apontado como um dos primeiros discos conceituais, Pepper surge num momento em que os Beatles, esgotados com a estafante rotina das turnês, abandonam os palcos e se tornam uma banda cuja arte ficaria inextricavelmente ligada à tecnologia do estúdio de gravação. Se em 1963 eles haviam gravado seu álbum de estreia, Please Please Me, em uma única sessão que durou aproximadamente doze horas, Sgt Pepper consumiu quase seis meses para ser finalizado, entre novembro de 1966 e maio de 1967. Foi com Pepper que os Beatles subverteram a lógica segundo a qual um disco é o registro da execução dos músicos dentro do estúdio: com carte blanche da EMI, e tendo como produtor o maestro George Martin, os Beatles utilizam o próprio estúdio como instrumento e abusam dos timbres e das experimentações, que incluíam trechos gravados de trás para frente, colagens dadaístas, inserção de ruídos, múltiplos overdubs, e mesmo brincadeiras com o próprio suporte de gravação, o vinil (na “faixa”, “Sgt Pepper inner groove”). Ao final, produzem uma nova noção do que seria, afinal, o disco: não mais o registro da execução dos músicos, mas uma música que, de tão manipulada em estúdio, não mais poderia ser reproduzida ao vivo (uma noção que inspiraria outros álbuns clássicos da Música Popular, como Dark Side of the Moon, do Pink Floyd). Além dessa impactante inovação, Sgt Pepper também é apontado, ao lado de Freak Out (Frank Zappa, 1966) e de Pet Sounds (Beach Boys, 1966), como um dos primeiros “discos conceituais”: LPs cujas faixas estariam tematicamente ligadas umas às outras, formando um todo coerente, em oposição aos discos lançados até então, que traziam uma ou duas faixas de trabalho (singles), seguidas por diversas outras faixas sem conexão temática entre si. Independentemente de haver ou não um fio condutor temático em Pepper – que seria, para alguns, uma caleidoscópica alegoria da identidade inglesa – o certo é que se trata de um dos discos mais inspirados e inspiradores da Música Popular ocidental. No show da Banda do Sargento Pimenta, os Beatles colocam sua arte (“with a little help from technology”) para funcionar, mesclando guitarras elétricas e metais de uma banda militar (“Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”); recrutando uma big band de jazz para falar, com bom humor, sobre a velhice (“When I’m 64”); trazendo a pena literária de Lewis Caroll à letra de “Lucy in the Sky with Diamonds”; utilizando os sons plangentes de um quarteto de cordas e de harpa para emprestar lirismo à história de uma adolescente que foge por amor (“She’s leaving home”); esbanjando ironia no título de “Good Morning, Good Morning”, em que se descreve a esmagadora rotina da working-class em uma típica cidade do Norte da Inglaterra; fazendo-nos cúmplices das investidas amorosas do eu lírico (“Lovely Rita”); levando-nos ao picadeiro de um espetáculo circense da Era Vitoriana (“Being for the Benefit of Mr Kite”); ou nos arrebatando no turbilhão orquestral de “A Day in the Life”. Nesta apresentação, parto de informações sobre o contexto social e histórico em que Sgt
Pepper foi produzido e comento o seu Making Of para, então, convidar a plateia a redescobrir essa obra-prima, 50 anos depois, por meio da audição do disco e da análise de seus elementos lítero-musicais e gráficos.

Vagas: 80          Duração: 3h          Local: Sala 3   Horário: 19h às 22h

Pre-requisitos para os participantes: Nenhum

Público alvo: Pessoas com interesse pela História da Música Popular, em particular pelos Beatles, e pelas conexões entre Música Popular e Tecnologia.

Ministrante: Lauro Wanderley Meller

Pesquisador de Música Popular, com estágio pós-doutoral no Institute of Popular Music da Universidade de Liverpool, Reino Unido. Membro da IASPM (International Association for the Study of Popular Music) e da ISMMS (International Society for Metal Music Studies), e autor dos livros Poetas ou Cancionistas? Uma discussão sobre Música Popular e Poesia Literária e Iron Maiden: História. Literatura. Cinema (no prelo).

Minicurso VI

Técnicas de Microscopia e de Caracterização de Materiais

Serão apresentados fundamentos básicos de técnicas de microscopia (microscopias óptica, eletrônica de varredura e de força atômica) e de caracterização (difratometria e fluorescência de raios-X). O minicurso será ministrado no LCEM – Laboratório de Caracterização Estrutural de Materiais do DEMat, o qual conta com equipamentos analíticos para prática das técnicas supracitadas. O curso será prático e os fundamentos serão apresentados durante as atividades programadas.

Vagas: 20          Duração: 12min          Local: Laboratório de Caracterização Estrutural de Materiais (LCEM-DEMat) 

Horário: 19h às 22h

Pre-requisitos para os participantes: Nenhum

Público alvo: Alunos da ECT

Ministrante: Nicolau Apoena Castro

Professor adjunto do Departamento de Engenharia de Materiais da UFRN, atua na área de caracterização de materiais, microscopia e microanálises.

Minicurso VII

Introdução ao sistema estatístico R: Gráficos e modelos probabilísticos aplicados à engenharia.

O programa R é uma linguagem orientada a objetos para computação estatística que permite a manipulação de dados, realização de cálculos, operações com matrizes e construção de diversos gráficos. O software é livre e disponibiliza uma grande variedade de
funcionalidades para análises estatísticas, tais como: modelagem linear, e não-linear, e testes estatísticos. Este mini-curso tem como objetivo apresentar e utilizar o sistema estatístico R, ilustrando aspectos básicos aplicados a estatística para compreensão básica da linguagem e a forma de operar o programa. Desse modo, apresentando uma ferramenta computacional poderosa para que os estudantes possam ter facilidade em seus trabalhos acadêmicos e análise de dados em seus trabalhos futuro. Será dado enfoque à operação do sistema, e suas funcionalidades, principalmente na apresentação de dados em tabelas e gráficos, assim como o uso de modelos probabilísticos aplicados às engenharias.

Vagas: 30          Duração: 3h          Local: Laboratório 1 de informática    Horário: 19h às 22h

Pre-requisitos para os participantes: Familiaridade com conceitos básicos de estatística descritiva e probabilidade básica.

Público alvo: Estudantes que concluíram a disciplina de Probabilidade e Estatística.

Ministrante: Sérgio Luiz Eduardo Ferreira da Silva

Bacharel em Física e Mestre em Geodinâmica e Geofísica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Professor de Modelagm Integrada (modelagem e simulação com equações diferenciais de sistemas físicos) de 2013 a 2015 na Escola de Ciências e Tecnologia (ECT/UFRN). Desde 2016 trabalho como Professor de Matemática e Estatística na ECT/UFRN e desenvolvo pesquisas em Modelagem e Simulação de Sistemas Dinâmicos.

Minicurso VIII

A importância da NR-10 no cotidiano

Vinculada ao Ministério do Trabalho e Previdência Social, a Norma Regulamentadora (NR) 10 estabelece requisitos e condições
mínimas para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. Além de se aplicar às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação e manutenção das instalações elétricas, a NR-10 deve ser observada em quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades. Embora a percepção pública sobre eletricidade reconheça seus perigos, muitos cidadãos estão voluntaria e involuntariamente expostos a esses. O curso aborda a importância da norma no dia a dia das pessoas.

Vagas: 30          Duração: 3h          Local: Sala 04    Horário: 19h às 22h

Pre-requisitos para os participantes: Ter interesse em perceber a importância da NR-10 no cotidiano

Público alvo: Pesquisadores, pós-graduandos e graduandos

Ministrantes: Allan David Silva da Costa e Zulmara Virgínia de Carvalho

Allan David Silva da Costa é mestrando em Engenharia Elétrica, com ênfase em Energia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Especializando-se em Engenharia Elétrica com ênfase em Instalações elétricas industriais pelo Instituto Prominas (UCAMPROMINAS). Bacharel em Engenharia Elétrica (UFRN); graduação tecnológica em Automação Industrial; formação técnica em Eletromecânica, com habilitação em Eletrotécnica e operador de produção de petróleo, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). Atualmente, é técnico de operações PL – Petróleo Brasileiro – Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em eletrotécnica, desenho industrial, eletrônica e programação, além de ministrar treinamentos técnicos na área de atuação.

Zulmara Virgínia de Carvalho é Professora Adjunta da Escola de Ciências e Tecnologia (ECT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação da UFRN; co-criadora e coordenadora da ComC&T, cuja missão institucional de Assessoria de Comunicação e Produtora de Conteúdo da ECT é alicerçada na pesquisa em inovação comunicacional, com suporte de ações de ensino e extensão; e co-fundadora e integrante da Incubadora de Processos Acadêmicos, Científicos e Tecnológicos Aplicados (inPACTA) da ECT. Possui o bacharelado (1996 – UFRN), o mestrado (1999) e o doutorado (2006), pela Universidade de São Paulo, em Física, e especialização em Jornalismo Científico, pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Integrou o Núcleo de Aplicação de Tecnologias Avançadas (NATA), entre 2011 e 2013, que configurou-se como a primeira incubadora da UFRN e originou o atual ecossistema de incubadoras da instituição. Atuou como pesquisadora-tecnologista do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, entre 2007 e 2010, colaborando com a implantação da padronização primária da grandeza resistência elétrica, por meio do efeito Hall quântico. Em 2006, exerceu atividades de repórter-pesquisador no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LabJor) da Unicamp. Tem experiência em Inovação e Empreendedorismo; Metrologia e Qualidade; Divulgação Científica e Física da Matéria Condensada, com ênfase em medições realizadas em condições de baixas temperaturas e altos campos magnéticos. Atualmente, desenvolve pesquisa na área de negócios tecnológicos, centrando interesse na investigação sobre a cultura e ecossistemas de inovação, de forma plural e multi dimensional e disciplinar, evidenciando as temáticas: tríplice hélice; criatividade, comunicação e conectividade.

Para visualizar a programação na íntegra, clique aqui

A Semana de Ciências e Tecnologia ocorre desde 2012. Este ano, acontecerá nos dias 29,30 e 31 de maio na Escola de Ciências e Tecnologia (ECT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento contará com comunicações orais e apresentação de pôsteres, além de palestras, mesas redondas, oficinas, mini cursos e visitas técnicas. Os responsáveis pela organização da quinta edição são Kaline Melo, coordenadora do Bacharelado em Ciências e Tecnologia, Douglas do Nascimento, diretor da ECT; José Josemar, vice-diretor da ECT e Jossana Ferreira, assessora acadêmica.

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