Minicursos

Data Horário Local Palestrante / Responsável Tema VAGAS Resumo
Minicursos MC 1 06/11 19 às 22h Sala 6 Prof. Lauro Wanderley Meller IRON MAIDEN: Uma Jornada através da História. 60
MC 2 06/11 19 às 22h Sala 7  Mestrando do PPgCTI Julio Mariano de Oliveira Neto Design Thinking. Metodologia de resolução de problemas complexos e novos negócios 60
MC 3 07/11 14 às 17h LAB 4 INFO Prof. Orivaldo Vieira de Santana Junior Introdução a Programação em Plataforma Arduino URA – 25
MC 4 07/11 14 às 17h Sala 6 Prof. Edson Noriuki Ito Inovações tecnológicas advindas com o surgimento dos materiais poliméricos 60
MC 5 07/11 14 às 17h Sala 7 Eng. Manoel Jozeane Mafra de Carvalho Introdução aos CubeSats 60 Ver Resumo
MC 6 08/11 14 às 17h Sala 6 Prof. Kleiber Lima de Bessa Mecânica dos Fluidos e suas Aplicações 60
MC 7 08/11 14 às 17h Sala 7 Eng. Giuliani Paulineli Garbi Introdução à Engenharia de Sistemas 60 Ver Resumo

 

MC5

Um CubeSat é uma plataforma espacial definida em termos de unidades denominadas “U’s”, sendo “1U” um cubo de 10 cm de aresta.

Uma das principais vantagens dos CubeSats é que eles permitem um meio barato de engajar os alunos em todas as fases de desenvolvimento, operação e exploração de satélites por meio de experiência prática e de desenvolvimento de pesquisa no mundo real.

Este Mini Curso apresenta o padrão CubeSat , que sugiu através de um esforço colaborativo entre o Prof. Jordi Puig-Suari na Universidade Estadual Politécnica da Califórnia (Cal Poly), San Luis Obispo, e o Prof. Bob Twiggs no Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas Espaciais da Universidade de Stanford (SSDL). Apresenta a arquitetura básica de um CubeSat e de seus subsistemas, aborda diversas missões baseadas na plataforma CubeSat e, também, apresenta um breve panorama da indústria que surgiu para apoiar as missões de CubeSats.

MC7

Apresentar os principais conceitos da Engenharia de Sistemas a fim de:

• Demonstrar que os papeis e as responsabilidades do engenheiro de sistemas podem mudar de projeto para projeto dependendo do tamanho e da complexidade do projeto e também da fase do ciclo de vido do sistema.

• Esclarecer que engenheiro de sistemas gerencia os processos técnicos (iterativos e recursivos) dos sistemas e seus subsistemas a fim de que o sistema conceitual evolua para o produto espacial conforme as necessidades e restrições dos stakeholders presentes na declaração da missão.

• Apresentar e incentivar que o engenheiro de sistemas deve compreender, evitar e responder os riscos do sistema por meio de uma abordagem proativa e estruturada, e ainda identificar possíveis oportunidades de forma a atender as expectativas dos stakeholders por meio da determinação de baselines mais alinhadas com a realidade dos projetos espaciais.